O cientista Aziz Ab'Sáber, da USP, afirma que o aquecimento global não vai destruir a floresta amazônica, como prevê boa parte da comunidade científica que estuda as mudanças climáticas globais. "No máximo, vai haver uma nova delimitação nos bordos da Amazônia. Novos minibiomas vão entrar, até pode ser o cerrado. É certo que vamos continuar com grandes florestas a oeste, porque o regime de chuvas não será muito alterado", diz o geógrafo.
Mais sobre a tese de Ab'Sáber na Folha de São Paulo de hoje ou no link
quinta-feira, março 15, 2007
Se le cose stanno così...
Se le cose stanno così...
Parole come veleno.
Cominciava a cadere la pioggia,
Fra noi è caduto il silenzio.
Se le cose stanno così...
E non hai voluto finire.
L'ottobre si era fatto più freddo,
Fra noi più niente da dire.
(De Fersen e Bacalov) - Foto: Capri, Itália - Tradução
quarta-feira, março 14, 2007
Das dissonâncias (II)
Deputado sugere soja para "reflorestar" a Amazônia
Que alguns deputados de vez em quando dizem sandices já se sabia, mas certas idéias, convenhamos...Hoje o deputado do PFL (ôps, agora ele se chama PD) de Roraima Marcio Junqueira sugeriu, numa audiência com o ministro Silas Rondeau sobre o PAC, na Comissão de Minas e Energia na Câmara, que a Amazônia fosse reflorestada com soja ou mamona. Tudo para produzir bicombustíveis.
Além de integrar esta comissão, o deputado é suplente da Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional.
Do Blog de Miriam Leitão
Das dissonâncias
"O cientista político Eduardo Viola, da UnB, disse que o Brasil tem que ser um dos líderes internacionais na defesa de uma posição de constrangimento sobre os grandes emissores dos gases do efeito estufa. Em vez disso, o país defende a não-imposição de metas e limites para países em desenvolvimento. 'O Brasil, pelo seu patrimônio ambiental, tem condições de ser um dos líderes do movimento por reduções de emissão globais e de constrangimento sobre os países para que adotem limites rígidos, mas não é o que o Itamaraty está fazendo'. Viola diz que se o Brasil tivesse uma meta de reduzir o desmatamento a 7 mil quilômetros quadrados por ano continuaria sendo uma enorme taxa de desmatamento".
Míriam Leitão - O Globo, 14/3, Economia, p.20.
Míriam Leitão - O Globo, 14/3, Economia, p.20.
Em cartaz
Assisti a Letra e Música (Music and Lyrics, Warner Bross, EUA), com Hugh Grant e Drew Barrymore. É uma comédia romântica daquelas que você sai leve do cinema. Grant, mais uma vez, está ótimo no papel de bebê-chorão-romântico-que-no-final-sempre-se-dá-bem. Tudo bem, é um filme bobinho. Mas vale a pena. É ideal para quem deseja apenas diversão, sem aquele compromisso de sair do cinema exercitando profundas reflexões. A música também é "gostosinha". Mais detalhes no site oficial
terça-feira, março 13, 2007
Reflexos
"Juntos viveram os melhores dias, e os piores também, se amaram, se desejaram, se completaram... Também se odiaram, se perderam, se acharam. Foi um ano imprevisível, o único ano em que Alice soube aproveitar, e conseguiu ser feliz."Do belo texto Ela não soube amar..., de Maria Clara Pitol.
(reprodução de Modigliani)
sábado, março 10, 2007
John Berger
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