sexta-feira, março 09, 2007

Um bela música

Y Dale Alegría a Mi Corazón
Fito Paez

Y dale alegría, alegría a mi corazón
Es lo único que te pido al menos hoy
Y dale alegría, alegría a mi corazón
Y que se enciendan las luces de este amor

Essa música de Fito Paez é magistralmente interpretada por Mercedes Sosa. Letra completa e uma "palhinha" virtual no link

quarta-feira, março 07, 2007

Amazônia em foco

A Academia Brasileira de Ciência (ABC) realiza, nos dias 11 e 12 próximos, o I Simpósio Brasileiro de Mudanças Ambientais Globais. Um dos temas será o papel da Amazônia no efeito estufa e nas mudanças climáticas globais. Entre os palestrantes, cientistas do Programa LBA (Experimento de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia). O evento será no Rio Othon, na Cidade Maravilhosa.

terça-feira, março 06, 2007

Itália, uma paixão

"Quando penso
Quanto penso
Che ti penso tanto
è soltanto questo amore
Scoppiando dentro il cuore mio"
Paolo
A foto é de Portofino, belíssima região da Riviera Italiana que inspira pintores e poetas há mais de um século. Não sou artista nem poeta, mas reconheço na Itália uma grande fonte de inspiração. Tenho uma relação de amor inexplicável com aquele país. Estive lá duas vezes, sozinha, percorrendo cidades de Norte a Sul com "a mochila nas costas", alguns dólares, muita coragem e uma vontade enorme de ficar. Não deu. Penso em voltar muitas outras vezes. Quero revisitar Roma, Florença,Veneza e Capri. Mas a minha prioridade será conhecer Portofino. Quem sabe eu não encontre a minha fonte de inspiração por lá?

sábado, fevereiro 03, 2007

"Perdida de amor, de talento e de loucura"

A cidade: Paris. O cenário: Quai de Bourbon 19, a casa onde morou Camille Claudel. Na fachada, a placa com a perturbadora frase "Il y a toujours quelque chose d'absent qui me tourmente", escrita para Rodin, em 1886. De lá, Camille saiu direto para o hospício, onde permaneceu até sua morte. "Perdida de amor, de talento e de loucura", escreveu Caio F.

Recentemente, revi o filme sobre a vida de Camille Claudel, com Isabelle Adjani (Camille) e Gérard Depardieu (Rodin). É de arrepiar o momento em que Camille, triste e abatida, fala para Rodin da ausência que lhe atormenta (no filme, a frase aparece em conversa e não em carta). As cenas em que Paul Claudel cita Victor Hugo também são memoráveis. Vale a pena conferir: Camille Claudel (França, 1988 - California Filmes). É o que sugiro para o final de semana.

sexta-feira, fevereiro 02, 2007

Três poemas que são qualquer coisa...

Saudade,
Um sonho e...

SE TU VIESSES VER-ME...
Por Florbela Espanca

Se tu viesses ver-me hoje à tardinha,
A essa hora dos mágicos cansaços,
Quando a noite de manso se avizinha,
E me prendesses toda nos teus braços...

Quando me lembra: esse sabor que tinha
A tua boca... o eco dos teus passos...
O teu riso de fonte... os teus abraços...
Os teus beijos... a tua mão na minha...

Se tu viesses quando, linda e louca,
Traça as linhas dulcíssimas dum beijo
E é de seda vermelha e canta e ri

E é como um cravo ao sol a minha boca...
Quando os olhos se me cerram de desejo...
E os meus braços se estendem para ti...

Relendo Clarice Lispector, Aprendendo a Viver


SAUDADE

"Saudade é um pouco como fome. Só passa quando se come a presença. Mas às vezes a saudade é tão profunda que a presença é pouco: quer-se absrover a outra pessoa toda. Essa vontade de um ser o outro para uma unificação inteira é um dos sentimentos mais urgentes que se tem na vida".

UM SONHO

"Foi um sonho tão forte que acreditei nele por minutos como uma realidade. Sonhei que aquele dia era Ano Novo. E quando abri os olhos cheguei a dizer: Feliz Ano Novo!
Não entendo de sonhos. Mas este me parece um profundo desejo de mudança de vida. Não precisa ser feliz sequer. Basta ano novo. E é tão difícil mudar. Às vezes escorre sangue".

Para começar o dia...

"Sea esta mañana más sublime, más temprana, más posible que mañanas del ayer, sea siempre tuya esta mañana, sea para comenzar".
Santiago Feliú, compositor (e poeta) cubano